quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Diário de Viagem - Retrospectiva 2013



Ai, esse ano bateu preguiça.
Preguiça de voltar atrás e relembrar tudo porque até o dia 31/12 tudo o que conseguia pensar era em como eu estava cansada... pois bem, nada mais justo para retratar o ano que passou.

Porque 2013 foi um ano muito especial sim, mas também muito estressante.
Porque toda a rebeldia que eu resguardei durante a adolescência floresceu e se direcionou toda para os problemas aparentes da faculdade... ai 2013 foi o pior ano acadêmico de todos, mesmo conseguindo uma média legal na maioria das matérias. Nunca me senti tão feliz em estar de férias! kkk' O que é extremamente curioso, uma vez que eu costumava sentir saudades (a última retrospectiva deixava isso bem claro). Hoje já não sou tão harmoniosa e ganhei fama de encrenqueira, mas vou tentar melhorar... afinal É O ÚLTIMO ANO (glória a Deus, aleluia!). Claro que vai ser tensa toda a história de TCC, mas vou tentar focar no lado positivo.

 Mas, como eu disse antes, foi um ano muito especial.
Porque Deus me permitiu descobrir coisas novas, e viver experiencias maravilhosas! No bom e velho (e cansativo) lado profissional, mudei de serviço 3 vezes! kkkkkkk' E começou sofrido, mas enfim pude a oportunidade de assinar minha carteira! Na área que eu gosto, com gente legal e maravilhosamente do jeito que eu pedi quando saí da AR: setor fiscal de um indústria. E foi muito importante toda essa fase de transição... aprendi que não existe empresa perfeita, e que devo manter minha humildade mas sempre me posicionando de forma que não fique para trás. É! Mundo capitalista, meu caro!
Mundo capitalista e moça virando gente grande.
Não é fácil essa coisa toda. É tudo tão corrido e as vezes a cabeça dá um nó... mas desse jeito eu me permito sonhar também. Sonhar em finalmente me virar e conseguir conquistar algumas coisas pra mim.

Isso também acabou me afastando daquela vida legal que eu tinha... passei a ter menos contato com gente que tanto gostava, mas o carinho, a admiração não se isentaram em mim. Vou ver se dou um jeito de voltar às boas de vez em quando...

E agora eu também sou namorada de alguém! \o/
Assim, de surpresa, ele veio e consegue me fazer feliz de forma mais que crescente e de um jeito que eu nunca fui antes. De fato, ele encheu esse ano passado de sorrisos... e me enche de esperanças de anos futuros ainda mais incríveis. Blz, que feliz ele sempre me fez, mas ele também sempre foi especialista em me fazer surpresas agradáveis (incríveis mesmo).

E no saldo final, pela misericórdia de Deus, o resultado foi positivo.
Apesar das olheiras, da cara de cansada, e do emburramento eventual, cresci e fui feliz.
Perdi o medo de escuro e estou ganhando coragem para enfrentar a claridade do dia a dia.
Ainda levanto cedinho de manhã pensando em alguma brincadeira que faça valer a risada do dia.
Ainda amo e sinto tudo de bom que sentia, mas agora com raizes mais firmadas.
E com todas as dificuldades vou reaprendendo a caminhar, tentando guardar o mesmo coração de menina, tentando formar a cabeça de uma mulher.

Eu sei, eu sei, é só o começo... que venha o novo! :)

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Post Flash - "Real ou não real?"


Por mais que essa distancia insista em nos afastar, ainda não consigo não pensar nele como meu melhor amigo. Seja pela minha teimosia, ou por não haver alguém capaz de ocupar seu lugar, esse ainda é o posto que ele exerce em na minha mente, ou no que restou dela. De qualquer forma sei que não estou mais tão plenamente certa. Ainda não recuperei essa noção de tempo, de forma que tudo o que aconteceu - e ficou para trás - ainda me torna como se fosse muito recente; os medos, as angústias, o sofrimento, não me afetam mais como antes, mas não me abandonaram absolutamente. E contra todas essas lembranças, ainda consigo me lembrar do tempo em que fui miseravelmente feliz. E seria impossível não sentir saudades de nós.

Hoje, agora, apesar de tudo, eu sou realmente feliz. Tenho tudo o que nunca sonhei e sequer imaginei que precisava tanto, tenho o calor de alguém que me ama com toda a minha bagagem e que se ofereceu para acrescentar novas experiencias à ela. Mas meu melhor amigo não faz parte de nada disso... e ainda é estranho.

Eu sei, as coisas mudaram. 

As vezes o vejo nas transmissões e praticamente não o reconheço. Os mesmos olhos, mas o brilho é outro. O que o motiva é diferente do que o motivava quando estava comigo, e fico pensando no quanto ele se enganou. Não em estar onde está, mas em pensar um dia que não seria desse jeito. O antigo indigente fora da lei é agora uma autoridade, num cargo extravagante carregado de confiança pela presidente da Capital. Por mais que seja duro admitir, combina bem com você. E isso me alivia.
Porque eu sei que nunca deveria ter escolhido ficar ao seu lado. Porque somos felizes agora. Porque não tenho a necessidade sequer de imaginar "como seria". 

Acho que agora aprendi a amar direito, ou pelo menos devo ter melhorado em algum aspecto.
Pela primeira vez tenho convicção em alguma coisa. Isso é real.

OBS: Texto escrito inspirado na Katniss. Mas não devo ter me saído muito bem, porque eu não a entendo muito bem. Prefiro Peeta. E não gosto do Gale. kkkkkkkkk'
E estou morrendo de saudades do Peeta *-*

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

The Four Loves


“Amar com o coração é ser vulnerável. Ame com tudo que você tem, e seu coração será esmagado e, muito provavelmente, quebrado. Se quer ter certeza que ele estará seguro, você não deve dar seu coração para ninguém, nem mesmo a um bichinho de estimação. Guarde-o bem encapado com passatempos e pequenas luxurias; evite qualquer envolvimento; tranque-o em segurança dentro do seu baú de egoísmo. Nesse baú – seguro, escuro, imóvel e sem ar – seu coração estará protegido. Ele não será quebrado; se tornará invencível, impenetrável e irredimível. A única alternativa a essa tragédia, ao temer dessa decisão, é a condenação. O único lugar fora do céu que você pode ficar a salvo de todos os perigos e perturbações do amor é o inferno.”


- C.S.Lewis em “The Four Loves"


Tirinha: Gavin Aung Than

domingo, 3 de novembro de 2013

E que se fechem as cortinas.



De tudo que tenho o que não quero é olhar pra trás (porque sei que um dia vou olhar)
e sentir na boca o gosto do arrependimento pelo mal feito.
Pelo não dito.
Pelo não sentido.
Pelo não.
Apesar de aceitável em tantas situações, em muitas outras através dele me enrubesço e emudeço que meu coração pulsa a cada batida.

Então que, em todas as oportunidades que me caiba, eu sinta, diga e faça, na ordem que meu coração quiser.
Que eu sinta saudades
Que eu chore e grite
Que eu reclame e opine
Que eu expresse o meu amor
Quantas vezes forem necessárias, quanto tempo for preciso.

Que eu me livre das cargas pesadas do orgulho e do ressentimento,
Que meu peito flua leve como a brisa, mas composto de sentimentos verdadeiros e densos.

Porque o tempo passa e cada minuto perdido é uma chance que se vai.
E na contagem final, eu só preciso saber que eu pude me mostrar através da minha própria vida.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

"a luz que a ilumina" - por Nicole Antunes



Corria,
ofegante.
Assoprava a fagulha da borracha,
moldava as letras
arrancando a si mesma.
Aquieta-te, menina,
e sente as dores do teu parto,
o filho é teu e pede calma
a tua alma de menina.

Não te escondas,
Não mais finja,
Chegou o tempo de permitir
o teu sentir.
Sente as dores do teu parto,
e escute o ranger da porta
chegou a sua parte torta, que grita:
- Admita que este teu lado também exista!

O teu peso é teu medo
A tua pedra no caminho.
Teu passado, teu fardo,
A consequência é o teu resguardo,
Mas a alma suplica
O relógio implica
A pressa não espera
e tudo ratifica:
Viva, menina,
Olhe a cima
E ai esta a luz que a ilumina.

                                    Nicole Antunes



OBS: ela é top, linda, diva, premiada (premiada mesmo, esta poesia foi publicada e exposta no FLICA 2013), e eu fiquei fã. kk' A poesia me justifica. (Valeu, Ênedy!)

sábado, 12 de outubro de 2013

Eu criança.



Hoje fui para a casa de tia Maria. Gosto do bolo de cenoura com chocolate que ela faz, e do ovo frito. Hoje no almoço ela não fez ovo frito, mas eu queria. Não fiz nada, só falei isso do meu jeito. Mas a mamãe achou feio e brigou comigo. Depois que comi tudo ela me olhou com aquela cara que eu não gosto e falou pra eu sair da mesa. Fui brincar de computador no quarto do tio e fechei a porta. A porta tinha uma chave grande, bonita, ai eu virei algumas vezes para ver como era, depois fui aperta os botões do computador, coisa que o tio nunca me deixava fazer porque achava que eu ia quebrar tudo.
Passou um tempinho e a mamãe veio atrás de mim, bateu na porta, fez barulho e depois parou. Passou um tempinho mais curto, e eu comecei a ouvir a voz dela  me chamando, mas não dava pra entender direito. Eu tentei abrir a porta, mas não deu. Então ouvi a voz dela do outro lado. É que da janela grande do quarto dava pra ver a outra janela grande que ficava na sala do apartamento. Tia Maria morava numa casa que ficava em cima de outras casas, bem no alto. E mamãe apareceu chorando na outra janela. Depois papai, tia Maria e Tio Carlos também apareceram. Eu quis ir pra perto deles, mas a porta não abria, então eu percebi que era só pular para a outra janela. Era um pouquinho longe, tinha um buraco no meio, mas eu acho que dava. Que nem o coelho fazia no desenho. 
Falei isso para a mamãe, mas ela chorou mais. Papai disse que não, e ela repetiu. Voltaram a bater na porta e eu fiquei confusa... era só pular e pronto! Eu costumava pular na escolinha pra pegar o lanche do coleguinha quando ele tentava pegar de volta. Mamãe ficou conversando comigo para tentar me distrair, eu acho. Estava começando a ficar chato, até que veio a melhor parte. 
Começou a vir da rua um barulho alto, de polícia e de repente vários homens com uma roupa engraçada apareceram lá embaixo e na janela da sala. Mamãe ficou conversando com eles alguma coisa q eu não entendi. Ai eles armaram uma coisa bem grande, parecia uma vara gigante e  foram empurrando da janela da sala até bater na janela do quarto. Depois colocaram umas cordas e o homem grande veio por ela e chegou no quarto do computador, falou comigo rapidinho e abriu a porta. Eu não sei como ele conseguiu, porque eu tentei várias vezes e não consegui abrir. Mamãe veio correndo e me abraçou, chorando, chorando, chorando, que nem eu choro quando o papai me dá uma surra se eu quebro algum vaso da sala.

Foi um dia legal, mas seria mais divertido se eu tivesse pulado.

*Baseado em fatos reais... eu devia ter uns dois anos. 

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Post Flash - A bela e a fera.


Acho que fui eu mesma que já disse uma vez que a beleza “está no coração de quem sente”. 
O tempo passou, e eu continuo acreditando nisso.

Entender é fácil pra mim: basta me olhar no espelho.
Porque passada a fase “coisinha fofa da mamãe” o reflexo pode causar efeitos que vão da admiração ao espanto e até mesmo à indiferença. Lembro de crescer sem me importar muito com o fato de não ser a garota mais bonita da turma, apesar de me sentir sozinha às vezes (porque o patinho feio sempre tem que andar sozinho?).

Na igreja sempre fui a “nora perfeita”, mas isso tinha muito pouco a ver com a minha beleza (ou a falta dela). Ser uma adolescente comportada e educada causa uma impressão e tanto, já que nessa idade qualidades como essas são cada vez mais raras. E meus pais me ajudavam bastante nesse quesito de chamar a atenção dos outros, é verdade. Até mesmo quando tudo o que eu queria era não chamar a atenção de ninguém.

Cresci mais um pouco e fui para faculdade. A novidade? Lá, aparentemente, eu tinha recebido o status de “gatinha”. Meu pai se tornou o “sogrão” dos rapazes da turma, e eu fui obrigada a ouvir piadinhas em forma de cantadas de vez em quando. Apesar de na minha cabeça as coisas continuarem as mesmas, a quantidade de elogios se tornou mais irritante do que agradável. Pra mim, o espelho ainda não revelava nada demais.
E demorou muito até que acontecesse. 

Me arrumar, vestir uma roupa bonita, pentear direito os cabelos e usar maquiagem foram ações que ganharam significados diferentes ao longo do tempo, mas nunca fiz nada para que enfim reparassem em mim. Não adiantaria, assim como nunca adiantou, chamar a atenção dos outros em relação à minha “beleza” se eu não desse o mínimo crédito a ela. Talvez por isso sempre me senti mais lisonjeada ao receber elogios que se referissem à minha inteligência, educação ou qualquer outra coisa que não pudesse ser reparada somente à primeira vista. Não que eu me conformasse em pensar assim. Houve mesmo o tempo em que tudo o que eu queria era ser diferente dos demais, especial em algum aspecto.
Mas o tempo passa e a gente cansa de tentar ser outra coisa além de si mesmo.

Foi quando descobri o quanto me sinto bem (e bonita) em situações especiais... para ser mais específica, diante de pessoas especiais. É involuntário, mas muito evidente. 
Dependendo dos olhos de quem me vê, não me permito ter motivos para me maquiar ou esconder os meus defeitos, literal e figuradamente. 

Eu realmente gosto disso.

sábado, 24 de agosto de 2013

Chata sem galocha.



A pose de boa moça e fofura plena é puro disfarce, vou logo confessando.
Sou boa moça, sim, mas de um jeito todo meu. As besteiras que penso e falo são só minhas e não é todo mundo que entende. Quando quero irritar, sou ótima! Quando quero ser cínica, melhor ainda. Algumas vezes prefiro fingir que não entendi a ter que esboçar minha opinião, mesmo que isso me custe fazer o papel de boba. Tanto faz, sempre gostei mais de ser vítima a ser vilã. De qualquer forma, não sou uma vítima pacifista. Posso até me dar mal, mas vão me ouvir meu burburinho (e se incomodar bastante com ele). Até porque o verbo "incomodar" é um dos que conjugo melhor. Sou chata, principalmente quando me esforço para isso, e tenho muitas, muitas manhas. É quem sou!

A pose de boa moça e fofura plena não é pura pose, é a minha tentativa de ser melhor.
Porque sei dos meus defeitos e prefiro não os aceitar passivamente. Me esforço para fazer feliz a quem eu amo, e para amá-los da forma que merecem. Tento ser um pouquinho mais parecida com o que a Bíblia me orienta ser, mesmo que não seja das tarefas a mais fácil. Tenho minhas convicções, minhas certezas. Elas que me formam e me direcionam, e me afastar dessa Verdade sempre acaba me custando muito. Mesmo sendo boba, chata, barulhenta, e quase quase insuportável (as vezes minhas reações expõem as bagunças que sinto, quando não consigo disfarçar), lá fundo tudo o que quero é fazer o certo. Não é fácil, talvez estranho, mas é quem eu sou.

(A graça é a dúvida de quem é. Pra mim é só batalha diária mesmo.)

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Coração de Maria




Foi mesmo ontem que a vi pela última vez. Nem faz muito tempo. Ou não parece que faz. Foi naquele dia em que vi de longe o sorrisinho amarelo, que de tão tímido me encantava. Apesar dos pesares ainda sorria a minha Maria. Tinha mais força do que eu, do que o mundo, e no fim era ela quem me dava força também.
Lembro do cheirinho de doce de leite que ela tinha e do brilho empolgante nos olhinhos arregalados pela surpresa do presente. Faltavam poucos dias até que fizesse aniversário, e eu resolvi me adiantar de vez. Qualquer coisa pra fazer sorrir minha Maria.

Abriu o pacote com cuidado, sem rasgar nem um pouquinho do embrulho e quando enfim o desfez soltou um gritinho animado enquanto me abraçava com força. Seus bracinhos finos e miúdos mal me alcançavam, mas me acalentavam o calor de um universo inteiro. Saiu correndo e voltou vestindo o presente que acabara de receber.
Acho que vi o desenho do vestido em sonho, dessa parte não me lembro bem. Mas sei que o pedi assim, carregado de flores e rendado de esperança, para realçar o brilho da cor de terra viva da minha menina. Com toda sua beleza pequenina ela girava e girava, enquanto ignorava os apelos da mãe para que tomasse cuidado para não sujar a roupa nova. A cada giro ela dizia "obrigada, tia!" e não podia me ouvir responder "eu é que sou grata a você, minha Maria!"
Mas foi depois do sonho cândido que se seguiu o futuro descabido.
Enquanto saia, ainda sorrindo e abanando os bracinhos, deu, sem ter sequer o direito de saber, aquele que seria o seu último adeus. Ainda me pesa pensar no acontecido, e não consigo imaginar como possa ter se ocorrido tamanha atrocidade.
Num fim de tarde infeliz, meu anjinho virou alvo do destino cruel e sentiu no peito a dor miserável de uma vingança que não lhe cabia. E era tão pequenino o peito de minha Maria. Onde só havia mesmo espaço para amar e retribuir seus amores, de repente passou a jorrar o sangue que agora escorre em minhas mãos.
E o tanto que corri, o tanto que orei, clamei, implorei por misericórdia. Se fez mudo o meu grito em meio ao silêncio de minha menina. O quanto doía, o quanto corroia, e fazia chorar, eu mal percebia.
Amaldiçoei o mundo, condenei ao inferno o infeliz que numa alucinação diabólica arrancou do mundo a vida mais pura que existia. E no meu peito havia ainda a dor que sentiu minha Maria, ao vê-la tão fria e ainda serena no leito florido em nossa casa. E só o que eu via era minha flor, que nem a morte tirava o perfume e a beleza, que continua tão viva em minha mente.

E lá se foi minha menina, meu tesouro, se guardar no canto simples onde se fez escrito "AQUI JAZ MEU CORAÇÃO".

OBS: Texto feito para o blog "Poetas no Divã", mas em homenagem à pequena Maria Heloise, que teve sua vida tão bruscamente tirada no começo deste mês. Senti a dor da família, as lágrimas dos amigos e de todo mundo que a amava... "o mundo não vale o mundo", é o que dizem, e pode até ser verdade. Mas ainda me sustento - e tento dar o mesmo consolo aos outros - em que criou tudo isso, sempre, até Quem o momento do "reset" chegue.